
Título: Socialização e cultura
Autor: Maria da Graça Jacintho Setton
Sinopse: Este livro traz uma perspectiva metodológica que auxilia na compreensão do fenômeno socializador tanto do ponto de vista macroinstitucional das agências socializadoras como também sob a ótica microestrutural, oferecendo um instrumental para explanações acerca do indivíduo socializado. Inspirando-se em Bourdieu e Lahire, Graça Setton identifica uma nova estruturação no campo da socialização, numa perspectiva relacional de análise entre as instâncias socializadoras – família, religião, escola e mídias –, a fim de apreender a especificidade do processo de construção das disposições de habitus do indivíduo na atualidade.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Socialização e cultura”, de Maria da Graça Jacintho Setton, publicado pela editora Annablume Editora, em 1900 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 168
Ano: 1900-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539107732
ISBN13: 9788539107735
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,244
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
