
Título: Socialização e individuação
Autor: Maria da Graça Jacintho Setton
Sinopse: Este ensaio enfatiza processos estruturais que constroem individualidades e ou singularizações. O caso de Antonio, do distrito de Alter do Chão, Município de Santarém, no Pará, se torna paradigmático e serve como estratégia para elaboração de uma narrativa sobre hibridação de referências culturais urbanas e rurais, locais e globais, popular e escolar, entre outras. O livro está composto de duas partes. A primeira faz uma reflexão sobre duas noções marcantes – reconhecimento e escolha. A segunda, refere-se ao próprio depoimento de Antonio, na expectativa de que sirva como material de pesquisa para outros interessados. Ademais, trata-se de uma narrativa que favorece o entendimento de vivências e as formas como elas são vistas e interpretadas pelo próprio agente social. Por fim, a autora disponibiliza os acervos teóricos utilizados, aparentemente opostos, ou seja, teorias de forte enfoque estrutural e teorias da individuação. Elas são as responsáveis pela análise aqui proposta.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Socialização e individuação”, de Maria da Graça Jacintho Setton, publicado pela editora Annablume Editora, em 1900 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 200
Ano: 1900
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539107708
ISBN13: 9788539107704
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
