
Título: Somos Todos Cúmplices
Autor: Rezende Patrícia
Sinopse: Em seu primeiro livro de contos, Patrícia Almeida de Rezende se dedica a narrar os tantos casos de mulheres que, por algum motivo, têm sua vida engessada, em cada conto protagonizando uma Ana diferente que, de certa forma, se assemelha à Ana do conto anterior, como se estivéssemos em um emaranhado de personalidades múltiplas presas dentro de um único nome. Com uma narrativa que parece uma “bandeira agitada ao sabor dos ventos”, o intrigante livro de contos de Patrícia, "Somos todos cúmplices" coloca-nos como voyeurs no meio de mentiras e intrigas, situações de conflito e uma sensação de poeira grudada na pele, como verdadeiros cúmplices, pois cada mulher, cada Ana, é mesmo “um lugar na nuvem, inexistente no mapa geográfico” que luta – a cada página virada – para ser ouvida.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Somos Todos Cúmplices”, de Rezende Patrícia, publicado pela editora Editora Jaguatirica, em 2018 e com 70 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Jaguatirica
Páginas: 70
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 855662135X
ISBN13: 9788556621351
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,107
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Jaguatirica convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível e o universo espiritual, com uma forte presença de temas como transformação pessoal, memória e relações humanas. O catálogo revela obras que mesclam o realismo urbano, como o retrato das cidades brasileiras e suas contradições, com incursões em histórias de espiritualidade e reflexões filosóficas. Há uma atenção especial para personagens em jornadas de autoconhecimento, enfrentando dilemas morais e sociais, muitas vezes em contextos históricos ou contemporâneos que evocam tensões internas e externas. O tom das obras varia entre o contemplativo e o tenso, com uma linguagem que pode ser poética, envolvente e, por vezes, carregada de lirismo, sem perder o contato com o concreto e o palpável.
