
Título: Sozinha No Mundo
Autor: Marcos Rey
Sinopse: Marcos Rey, em Sozinha no mundo, coloca o leitor, desde o início do livro, diante de uma realidade dura e difícil – uma morte, uma criança sozinha. Pimpa, curiosa para ver a mulher recalcitrante, levantou-se. Assim podia espichar as pernas, depois de horas de estrada. Bastou porém sair da poltrona para que o corpo de dona Aurora, como um manequim, pendesse para o lado. Não adianta nada, filho. Esta senhora está morta. Corajosa e sem saída, fugindo de uma assistente social, Pimpa sai em busca de “tio” Leonel. Encontrá-lo é sua única chance. No fim da narrativa, Marcos Rey, hábil contador de histórias, surpreende como sempre seu leitor, depois de deixá- lo, durante toda leitura, apreensivo e curioso com a conflitante situação de Pimpa.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Sozinha No Mundo”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2005 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 128
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526010433
ISBN13: 9788526010437
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
