
Título: Spirou. A Mulher Leopardo
Autor: Olivier; Yann Schwartz
Sinopse: 1946. Bruxelas. Uma implacável onda de calor abate a capital belga, ainda muito marcada pela Segunda Guerra Mundial. Sobre os telhados, uma mulher leopardo é perseguida por dois inquietantes robôs que se assemelham a pigmeus gigantes. Ao encontrar refúgio no hotel Moustic, ela se depara com o coronel Van Praag, um velho colono irascível que disfere um tiro nela, ferindo-a no ombro. Nesse instante intervém Spirou, mas um Spirou irreconhecível... que começou a se embebedar! Incapaz de esquecer a jovem Audrey, o mensageiro heroico habituou-se a beber compulsivamente. A chegada da mulher-leopardo agirá como um eletrochoque em Spirou, pois a estranha criatura irá levá-lo para uma grande aventura africana em busca de um artefato roubado de sua tribo! Depois de um pequeno desvio pelo bairro francês Saint-Germain-des-Prés, Spirou e Fantasio se encontram novamente no encalço dos nazistas (não, eles não estavam todos mortos), que buscam urânio com intenções certamente nefastas.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Spirou. A Mulher Leopardo”, de Olivier; Yann Schwartz, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2016 e com 72 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 72
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8550401323
ISBN13: 9788550401324
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,381
- Altura (cm): 29,10
- Largura (cm): 21,10
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
