
Título: Stanley Kubrick. O Monstro de Coração Mole
Autor: Marcius Cortez
Sinopse: Cinco décadas de um cinema que fez brilhar os olhos do público de todo o mundo. Alguns o chamavam, não sem ironia, de ´deus´. Outros, de ´monstro´, também com todas as conotações possíveis do termo. Ele próprio se achava um ser especial. ´Difícil´, ´exigente´, ´metódico´, ´amigo´, ´pessimista´, ´despretensioso´ foram outras palavras usadas para descrever Stanley Kubrick. Toda essa polissemia de sentidos de caráter, do autor e da obra, é esmiuçada por Marcius Cortez, que nos conduz, com leveza de texto e acuidade de foco, pela trajetória desse artista, do início como fotógrafo para até ´De Olhos Bem Fechados´, seu último filme, entre outras obras-primas que, inseridas em seu contexto, biográfico e de época, deixam entrever as verdadeiras facetas d´O Monstro de Coração Mole que foi Stanley Kubrick.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Stanley Kubrick. O Monstro de Coração Mole”, de Marcius Cortez, publicado pela editora Perspectiva, em 2017 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 216
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527311119
ISBN13: 9788527311113
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,318
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
