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STRESS existencial e sentido da VIDA

Título: STRESS existencial e sentido da VIDA

Autor: Regis de Morais

Sinopse: Este é um livro que analisa sofrimentos, mas com os olhos voltados à esperança. Sua mensagem é esperançosa de um futuro que pode ser melhor a prazo não muito longo. Quando se está, como estou, na meia-idade, vê-se que o mais seguro roteiro para o aperfeiçoamento de viver passa pelos cenarios incômodos das vicissitudes - do mais corajoso conhecimento delas, na consciência de que, como dizia Goeth, se nos dedicarmos a analisar o ser humano tal como é, nós o pioramos. Só se nos debruçarmos sobre ele tal como deveria ser, podemos redimi-lo. Este é um livro de filóso enamorado das psicoterapias, de um filósofo desejoso de retomar o compromisso do fazer filosófico com a sabedoria inteiramente dedicada à facilitação da ascese, Fortes são as palavras de Agostinho: "Tu me tocastes, e o desejo de Tua paz me queima" (Confissões)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “STRESS existencial e sentido da VIDA”, de Regis de Morais, publicado pela editora Ediçoẽs Loyola, em 1997 e com 157 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Ediçoẽs Loyola

Páginas: 157

Ano: 1997

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8515015943

ISBN13: 9788515015948

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Regis de Morais revela um autor que combina uma prosa lírica e meditativa com temas profundamente espirituais e filosóficos. Seus textos alternam entre a introspecção calma e a reflexão intensa, convidando o leitor a mergulhar em questões existenciais, religiosas e humanas com uma linguagem que pode ser ao mesmo tempo acessível e densa. O ritmo da narrativa tende a ser contemplativo, com passagens que exploram a dor, a esperança e a busca por sentido, frequentemente atravessadas por uma tensão entre o mistério do espírito e a realidade concreta. O autor parece interessado em provocar perguntas sobre a fé, a moralidade e a experiência humana, sem se prender a dogmas rígidos, o que confere uma abertura que pode atrair leitores de diferentes trajetórias. Em alguns momentos, o tom é mais poético e sensorial, enquanto em outros assume uma postura mais analítica e didática, especialmente quando aborda temas filosóficos ou sociais.

    Ver mais sobre o autor

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