
Título: Sur l'interprétation des rêves
Autor: C. G. Jung
Sinopse: C’est par « l’interprétation des rêves » que Jung se rallia à Freud. Le psychiatre suisse y trouvait en effet une « voie royale » vers l’inconscient qui lui permettait une nouvelle approche de certains de ses malades schizophrènes. Après sa rupture avec Freud, Jung développa une autre méthode d’interprétation des rêves qui, sans renier les apports du fondateur de la psychanalyse, essayait de dépasser ce qu’il considérait comme une fixation unilatérale sur la théorie de la libido. Ce livre, issu d’un séminaire d’études tenu par Jung avec certains de ses élèves, passe aussi en revue les grands systèmes d’interprétation des rêves depuis l’Antiquité, tente d’en expliquer les ressorts et montre de manière vivante comment écouter et comprendre les images oniriques qui sont le pendant de notre aventure intérieure.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sur l’interprétation des rêves”, de C. G. Jung, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2000 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 320
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253904635
ISBN13: 9782253904632
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
