
Título: tabu do corpo
Autor: José Carlos Rodrigues
Sinopse: "Tabu do Corpo - José carlos Rodrigues Primeiro trabalho em língua portuguesa a tratar de forma científica dos aspectos simbólicos do corpo humano. O autor demonstra como os princípios estruturais se reproduzem no corpo de maneira a adotá-lo de um sentido particular. Para o antropólogo José Carlos Rodrigues, o corpo humano é socialmente concebido, e, portanto, um objeto do cientista social. Estabelece para tanto uma distinção. No corpo, existem aspectos instrumentais, universais, que são as funções orgânicas estudadas pelos cientistas naturais. Mas existem também os aspectos expressivos, portanto simbólicos, ou seja, as codificações particulares de um grupo social, objeto do sociólogo. O prof. José Carlos Rodrigues afirma: "estudar a apropriação social do corpo é estrategicamente importante para os cientistas sociais, uma vez que ele é sem dúvida, o mais natural, o mais concreto, o primeiro e o mais normal patrimônio que o homem possui." Talvez por isso, Os tabus do corpo se constituam numa das mais fascinantes e elucidativas iniciações á Antropologia Social e seu objeto por excelência, a cultura. É que no corpo se encontram indissociadas as dimensões orgânica e social do homem, domínios respectivos da natureza e da cultura."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “tabu do corpo”, de José Carlos Rodrigues, publicado pela editora Achiamé, em 1983 e com 173 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Achiamé
Páginas: 173
Ano: 1983
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Achiamé oferecem uma experiência de leitura que combina reflexão política, poesia engajada e narrativas que exploram mundos imaginários e históricos. A coleção traz obras que dialogam com temas como a luta social, a educação libertária e a resistência cultural, apresentando textos que transitam entre o ensaio crítico e a poesia de forte compromisso ideológico. O tom varia entre o didático e o poético, com ritmo que ora convida à contemplação, ora provoca a inquietação diante de conflitos sociais e históricos. Essa diversidade sugere um catálogo que privilegia o pensamento crítico e a voz de grupos marginalizados, com uma linguagem que pode ser densa, mas acessível.
