
Título: Telejornalismo: A Nova Praca Publica
Autor: Alfredo Eurico Vizeu
Sinopse: Ainda que não alcance a penetração do rádio, o prestígio da mídia impressa ou as possibilidades técnicas abertas pela internet, o telejornal segue sendo o mais importante meio de informação da população brasileira neste início de século. Nunca antes, tantos milhões de espectadores tomaram o conhecimento dos fatos públicos através de tão poucos emissores. Daí o seu poder. A nova praça pública reúne os cidadãos de norte a sul e de leste a oeste deste país-continente, todas as noites, pontualmente, em horário nobre: mas foi o interesse comercial quem construiu este auditório incomensurável, sonho de todos os protagonistas políticos.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Telejornalismo: A Nova Praca Publica”, de Alfredo Eurico Vizeu, publicado pela editora Insular, em 2006 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Insular
Páginas: 224
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574743054
ISBN13: 9788574743059
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,340
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
