
Título: TEMPO MEMORIA , O
Autor: Silva da
Sinopse: O tempo memória, novo romance da escritora e professora Idalina Azevedo da Silva, vencedora do Prêmio Machado de Assis, da Biblioteca Nacional (2007), com O tempo físico (Scortecci, 2006), não é uma continuação, como sugere o título, embora exista algo de sutil ligando as duas histórias. Nessa nova experiência narrativa, o centro das fabulações é ocupado por Clarindo, cujo nome sugere ‘luminosidade’. Ele tem algum tipo de deficiência cognitiva, que não sabemos ao certo, e se identifica com o mito de Ariadne e o Minotauro. Sua fonte de conhecimento são jornais velhos, dispensados em tonéis, em frente à vila onde vive sua tia Maria, narradora da história. Ao ver a imagem de uma menina, vencedora de um concurso estudantil, em um recorte, Clarindo se apaixona e constrói uma utopia de amor: não descansará enquanto não encontrá-la.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “TEMPO MEMORIA , O”, de Silva da, publicado pela editora Editora Batel, em 2019 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Batel
Páginas: 232
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571740372
ISBN13: 9788571740372
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora EDITORA BATEL apresentam um perfil que mescla narrativas ficcionais com ensaios e poesia, em um catálogo que privilegia o diálogo entre história, memória e reflexões sociais. As obras frequentemente exploram temas como identidade cultural, conflitos sociais e trajetórias pessoais, com uma linguagem que pode variar do humor sutil ao tom mais lírico e sensível. Há uma atenção especial a personagens e contextos brasileiros, com histórias ambientadas em diferentes regiões e camadas sociais, que transitam entre o real e o simbólico. O ritmo das obras pode ser tanto envolvente e provocativo, como em romances com diálogos ágeis, quanto contemplativo e meditativo, especialmente nos textos poéticos e ensaísticos.
