
Título: The Burglar in the Rye
Autor: Lawrence Block
Sinopse: Gulliver Fairborn's novel, Nobody's Baby, changed Bernie Rhodenbarr's life. And now pretty Alice Cottrell, Fairborn's one-time paramour, wants the bookselling, book-loving burglar to break into a room in New York's teeth-achingly charming Paddington Hotel and purloin some of the writer's very personal letters before an unscrupulous agent can sell them. Here's an opportunity to use his unique talents in the service of the revered, famously reclusive author. But when Bernie gets there, the agent is dead . . . and Bernie's wanted for murder. (He really hates when that happens!) Perhaps it's karmic payback; Bernie did help himself to a ruby necklace on his way out. (But it was lying there. And he is a burglar.) Now he's in even hotter water. And he'll need to use every trick in the book—maybe going so far as to entice the hermitic Fairborn himself out of seclusion—to bring this increasingly twisted plot to a satisfying denouement.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Burglar in the Rye”, de Lawrence Block, publicado pela editora Harper, em 2007 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Harper
Páginas: 352
Ano: 2007
Edição: Reprint
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780060872892
ISBN13: 9780060872892
Sobre a editora
Os livros da editora Harper revelam um catálogo marcado por narrativas que transitam entre o suspense policial ambientado em cenários áridos do sudoeste americano e histórias pessoais intensas, muitas vezes com personagens enfrentando dilemas internos profundos. A leitura frequentemente traz uma tensão crescente, seja em investigações criminais ou em dramas humanos, com um tom que varia do sombrio ao reflexivo. Há também espaço para obras que exploram a complexidade das emoções humanas, como romances que abordam relacionamentos difíceis e jornadas de autoconhecimento. O material sugere uma preferência por tramas que combinam ritmo envolvente com personagens bem delineados, capazes de prender o leitor tanto pelo enredo quanto pela profundidade psicológica.
