
Título: The Feminist Utopia Project
Autor: Alexandra Brodsky
Sinopse: This incredible addition to the feminist canon brings together the most inspiring, creative, and courageous voices concerning modern womens issues (Jessica Valenti, editor of Yes Means Yes). In this groundbreaking collection, more than fifty cutting-edge feminist writersincluding Melissa Harris-Perry, Janet Mock, Sheila Heti, and Mia McKenzieinvite us to imagine a world of freedom and equality in which: An abortion provider reinvents birth control . . . The economy values domestic work . . . A teenage rock band dreams up a new way to make music . . . The Constitution is re-written with womens rights at the fore . . . The standard for good sex is raised with a womans pleasure in mind . . . The Feminist Utopia Project challenges the status quo that accepts inequality and violence as a given, offering playful, earnest, challenging, and hopeful versions of our collective future in the form of creative nonfiction, fiction, visual art, poetry, and more (Library Journal).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Feminist Utopia Project”, de Alexandra Brodsky, publicado pela editora The Feminist Press at CUNY, em 2015 e com 377 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: The Feminist Press at CUNY
Páginas: 377
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 1558619011
ISBN13: 9781558619012
Sobre a editora
Os livros da editora The Feminist Press at CUNY costumam explorar narrativas que entrelaçam experiências pessoais profundas com questões sociais e políticas. Muitas obras apresentam protagonistas femininas em contextos desafiadores, como lutas contra opressões, discriminações e tradições rígidas, frequentemente em cenários históricos ou distópicos. O tom varia entre o intimista, com memórias e relatos autobiográficos carregados de humor e emoção, e o mais reflexivo, com ensaios e manifestos que discutem feminismo, arte e resistência. O catálogo sugere uma atenção especial a vozes marginalizadas, incluindo temas LGBTQIA+, raciais e de gênero, com uma linguagem que pode ser tanto acessível quanto densa, dependendo do enfoque.
