
Título: The Longest Journey
Autor: E. M. Forster
Sinopse: E. M. Forster once described The Longest Journey as the book "I am most glad to have written." An introspective novel of manners at once comic and tragic, it tells of a sensitive and intelligent young man with an intense imagination and a certain amount of literary talent. He sets out full of hope to become a writer, but gives up his aspirations for those of the conventional world, gradually sinking into a life of petty conformity and bitter disappointments. For more than seventy years, Penguin has been the leading publisher of classic literature in the English-speaking world. With more than 1,700 titles, Penguin Classics represents a global bookshelf of the best works throughout history and across genres and disciplines. Readers trust the series to provide authoritative texts enhanced by introductions and notes by distinguished scholars and contemporary authors, as well as up-to-date translations by award-winning translators.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Longest Journey”, de E. M. Forster, publicado pela editora Penguin, em 2006 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 416
Ano: 2006
Edição: [New ed.].
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780141441481
ISBN13: 9780141441481
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
