
Título: The Lost Girl
Autor: Sangu Mandanna
Sinopse: Eva's life is not her own. She is a creation, an abomination—an echo. She was made by the Weavers as a copy of someone else, expected to replace a girl named Amarra, her "other", if she ever died. Eva spends every day studying that girl from far away, learning what Amarra does, what she eats, what it's like to kiss her boyfriend, Ray. So when Amarra is killed in a car crash, Eva should be ready. But fifteen years of studying never prepared her for this. Now she must abandon everything and everyone she's ever known—the guardians who raised her, the boy she's forbidden to love—to move to India and convince the world that Amarra is still alive. What Eva finds is a grief-stricken family; parents unsure of how to handle this echo they thought they wanted; and Ray, who knew every detail, every contour of Amarra. And when Eva is unexpectedly dealt a fatal blow that will change her existence forever, she is forced to choose: Stay and live out her years as a copy or leave and risk it all for the freedom to be an original. To be Eva.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Lost Girl”, de Sangu Mandanna, publicado pela editora Balzer + Bray, em 2012 e com 432 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Balzer + Bray
Páginas: 432
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0062082310
ISBN13: 9780062082312
Sobre a editora
Os livros da editora Balzer + Bray apresentam narrativas que transitam entre a descoberta da identidade e conflitos pessoais profundos, frequentemente ambientados em contextos contemporâneos ou fantásticos. O catálogo reúne histórias que exploram temas como amizade, família, e os desafios da adolescência, com personagens que enfrentam dilemas internos e externos, desde questões sociais até aventuras que envolvem magia ou tecnologia. A linguagem varia entre o lírico e o direto, com ritmo que ora privilegia a introspecção, ora a tensão crescente, criando experiências de leitura que dialogam com jovens leitores atentos a emoções complexas e mundos inventados. Há obras que se destacam pela abordagem de temas LGBTQ+, enquanto outras investem em fantasia épica ou realismo social, revelando uma pluralidade de vozes e estilos.
