
Título: The Malevolent Volume
Autor: Justin Phillip Reed
Sinopse: THE MALEVOLENT VOLUME EXPLORES THE MYTHS AND TRANSFORMATIONS OF BLACK BEING, ON A CONTINUUM BETWEEN THE MONSTROUS AND THE SUBLIME. Subverting celebrated classics of poetry and mythology and examining horrors from contemporary film and cultural fact, National Book Award winner Justin Phillip Reed engages darkness as an aesthetic to conjure the revenant animus that lurks beneath the exploited civilities of marginalized people. In these poems, Reed finds agency in the other-than-human identities assigned to those assaulted by savageries of the state. In doing so, he summons a retaliatory, counterviolent Black spirit to revolt and to inhabit the revolting.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Malevolent Volume”, de Justin Phillip Reed, publicado pela editora Coffee House Press, em 2020 e com 104 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Coffee House Press
Páginas: 104
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1566895766
ISBN13: 9781566895767
Sobre a editora
Os livros da editora Coffee House Press costumam oferecer experiências de leitura marcadas por uma mistura de intensidade emocional e reflexões profundas sobre identidade, memória e conflito social. As narrativas frequentemente exploram temas como raça, gênero, sexualidade e trauma, com uma linguagem que varia entre o poético e o ensaístico, passando por contos de suspense psicológico e relatos de resistência cultural. O tom pode ser tanto visceral e direto quanto experimental e fragmentado, convidando o leitor a navegar entre o íntimo e o político. O catálogo revela obras que dialogam com questões contemporâneas, muitas vezes atravessadas por tensões raciais e históricas, mas também por momentos de humor ácido e ironia. Essa diversidade se manifesta em textos que ora são mais narrativos, com personagens complexos e cenários urbanos ou históricos, ora mais informativos e críticos, como ensaios feministas e relatos de true crime.
