
Título: The Man: Settler's Mine 5
Autor: Mechele Armstrong
Sinopse: Colton returns to Settler's Mine searching for his mate who he'd abandoned years before. He'd been on his way earlier, but once he and Larkin mated, they couldn’t keep their hands to themselves and it delayed his trip. Michipi has made a new life for herself at Settler's Mine and doesn't want to trust Colton again, no matter how sincere he seems. Especially with his new mate receiving all the perks of the heartstone glow that she never got. While Michipi enjoys being the subject of being two men’s desires and what they have to offer, however good they both are she can't get past Colton’s past betrayal and denies the future of their mating. When an old enemy resurfaces to make an attempt on Colton's life, Michipi is forced to realize that she needs both men in her life. But has the knowledge come too late, and at too high a cost?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Man: Settler’s Mine 5”, de Mechele Armstrong, publicado pela editora Loose Id, em 2009 e com 150 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loose Id
Páginas: 150
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1607374862
ISBN13: 9781607374862
Sobre a editora
Os livros da editora Loose Id convidam o leitor a mergulhar em narrativas marcadas por relações humanas intensas e conflitos emocionais profundos, muitas vezes em contextos contemporâneos com toques de fantasia ou suspense. As histórias apresentam personagens que enfrentam dilemas internos e externos, como o medo da rejeição, segredos do passado e desafios sociais, tudo isso permeado por um clima de tensão afetiva e desejo. O catálogo sugere uma preferência por enredos que exploram a complexidade das relações amorosas, frequentemente com múltiplos protagonistas e dinâmicas que oscilam entre o drama e momentos de leveza ou humor. O tom varia do íntimo e reflexivo ao erótico e provocativo, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto contemplativo, dependendo da obra.
