
Título: The Ten Commandments for Business Failure
Autor: Donald R. Keough
Sinopse: Don Keough—a former top executive at Coca-Cola and now chairman of the elite investment banking firm Allen & Company—has witnessed plenty of failures in his sixty-year career (including New Coke). He has also been friends with some of the most successful people in business history, including Warren Buffett, Bill Gates, Jack Welch, Rupert Murdoch, and Peter Drucker. Now this elder statesman reveals how great enterprises get into trouble. Even the smartest executives can fall into the trap of believing in their own infallibility. When that happens, more bad decisions are sure to follow. This light-hearted “how-not-to” book includes anecdotes from Keough's long career as well as other infamous failures. His commandments for failure include: Quit Taking Risks; Be Inflexible; Assume Infallibility; Put All Your Faith in Experts; Send Mixed Messages; and Be Afraid of the Future. As he writes, “After a lifetime in business I've never been able to develop a step-by-step formula that will guarantee success. What I could do, however, was talk about how to lose. I guarantee that anyone who follows my formula will be a highly successful loser.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Ten Commandments for Business Failure”, de Donald R. Keough, publicado pela editora Penguin, em 2011 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 208
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781591842347
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
