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Things I Want My Daughters to Know

Título: Things I Want My Daughters to Know

Autor: Elizabeth Noble

Sinopse: 'My beautiful girls. If you've read this, you'll know it contains some - not all, but some - of the things I want my daughters to know. And the greatest of these is love ...' How would you say goodbye to those you love most in the world? Barbara must say a final farewell to her four daughters. But how can she find the words? And how can she leave them when they each have so much growing up to do? There's commitment-phobic Lisa. Brittle, unhappily married Jennifer. Free-spirited traveller Amanda. And teenage Hannah, stumbling her way towards adulthood. Barbara's answer is to write each daughter a letter, finally expressing the hopes, fears, dreams and secrets she couldn't always voice. These words will touch the girls in different - sometimes shocking - ways, unlocking emotions and passions to set them on their own journey of discovery through life.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Things I Want My Daughters to Know”, de Elizabeth Noble, publicado pela editora Penguin Books Uk-id, em 2008 e com 438 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Penguin Books Uk-id

Páginas: 438

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 0141036982

ISBN13: 9780141036984

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Elizabeth Noble oferece um mergulho em relações humanas complexas e emoções à flor da pele, onde o íntimo se revela em cartas, reencontros e desafios cotidianos. O ritmo tende a alternar momentos de tensão emocional com passagens mais contemplativas, criando um balanço entre o drama pessoal e a esperança de recomeços. Os personagens são apresentados com suas fragilidades e contradições, muitas vezes lidando com perdas, segredos e a busca por sentido dentro de laços familiares ou afetivos. A prosa privilegia a narrativa focada no impacto das decisões e no peso das memórias, sem pressa, mas sem perder o pulso da narrativa. Essa experiência convida o leitor a refletir sobre o que significa amar, perdoar e seguir adiante, sempre com um olhar atento às nuances das relações interpessoais.

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