
Título: Tigres No Quintal
Autor: Sérgio Capparelli
Sinopse: Sérgio Capparelli, em Tigres no quintal, mescla poemas de escritores nacionais e internacionais, entre eles Mario Quintana, Garcia Lorca, Goethe, Blake, Fernando Pessoa, com sua produção poética e o resultado é uma antologia da mais alta qualidade literária. Animais, objetos, elementos da natureza, letras do alfabeto ganham vida no ritmo, na sonoridade, nas rimas ricas e bem-humoradas construídas pela imaginação criadora do artista. O gavião saiu pra caçar/ E avistou um tucano: – Conheço-te de algum lugar!/ – Não, gavião, é engano./ E deu no pé pelo ar.// T é para tucano. Não aguento no ouvido/ O zumbido a tinir./ Zunzun, esse, atrevido/ E não sei como fugir./ Ah, zunzunzunzumbido!// Z é para zumbido. Vivenciar a leitura de poemas direciona a criança a explorar os sentimentos, as sensações, a fantasia, o lúdico e a riqueza do uso especial do código linguístico.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Tigres No Quintal”, de Sérgio Capparelli, publicado pela editora Global Editora, em 2008 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 144
Ano: 2008
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526013157
ISBN13: 9788526013155
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,210
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
