
Título: Todas as manhãs do mundo
Autor: Pascal Quignard
Sinopse: Um mestre que renuncia ao fausto e à fama preferindo exercitar a sua arte solitário, numa cabana construída num jardim. Um discípulo que tudo quer aprender para mais rapidamente chegar ao ápice de sua carreira. O mestre é Saint Colombe, o maior virtuose da época de Lully e de Luís XIV. O discípulo, Marin Marais, que costumava se esconder para ter o privilégio de saborear a música de um violista assombroso. Construindo com eles uma parábola sobre a arte e seus desígnios, Pascal Quignard exibe uma técnica invejável, onde a extrema elaboração comparece travestida de simplicidade, onde a densa erudição nunca falseia a literatura. Livro escrito ao mesmo tempo em que elaborava o roteiro para o filme de mesmo nome, de Alain Corneau, 'Todas as manhãs do mundo' revela um autor capaz de fabricar dois textos totalmente distintos tendo como ponto de partida o mesmo tema. Solo de viola, a um tempo sensual e funesto, sábio, sem ser rebarbativo, saboroso e cruel, eis um livro que fica nos olhos e nos ouvidos muito depois de terminar.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Todas as manhãs do mundo”, de Pascal Quignard, publicado pela editora Rocco, em 1993 e com 94 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Rocco
Páginas: 94
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8532504167
ISBN13: 9788532504166
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
