
Título: Todos os Sonhos do Mundo
Autor: Valéria Corrêa Porto
Sinopse: No interior da pequena Santa Teresa, a estudante de Jornalismo Isabel apaixona-se perdidamente por Pedro Ernesto. Mas Pedro é casado com Sônia, tem um filho pequeno, e Santa Teresa é daquele tipo de cidade em que senhorinhas beatas estão mais preocupadas com a história alheia do que com suas próprias vidas. Todos os Sonhos do Mundo é um romance ambientado no fim dos anos 70 e boa parte dos 80, período politicamente conturbado, cercado de interdições e perigos e de uma instável transição para a democracia. Entre silêncios e desencontros, a narrativa avança. Ora com o foco narrativo no casamento falido de Pedro e Sônia; ora no amor proibido de Isabel e Pedro, que se consuma nos intervalos, apesar dos pesares. Mas será que uma paixão resiste aos desencontros e às armadilhas do acaso? Essa pergunta pulsará durante todas as páginas do belo romance que o leitor tem nas mãos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Todos os Sonhos do Mundo”, de Valéria Corrêa Porto, publicado pela editora Oito e Meio, em 2018 e com 212 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oito e Meio
Páginas: 212
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788567009223
Sobre a editora
Os livros da editora Oito e Meio costumam explorar territórios literários densos, onde a linguagem é trabalhada com cuidado e inventividade, seja em narrativas que misturam contos e romances ou em textos que transitam entre o poético e o político. O catálogo privilegia histórias que abordam conflitos sociais profundos, como desigualdade e violência, mas também o cotidiano íntimo e as tensões das relações humanas, especialmente sob perspectivas femininas e urbanas. A leitura frequentemente exige atenção ao ritmo e ao tom, que podem variar do humor ácido ao lirismo melancólico, passando por um humor negro e por experimentações formais que desafiam o leitor. A presença de narradores que se deslocam entre o real e o surreal, ou que adotam vozes fragmentadas e polifônicas, é recorrente, criando uma experiência de leitura que combina inquietação e reflexão.
