
Título: Tor: WereWolf Fight League #1
Autor: Lynn Lorenz
Sinopse: O Lobisomem e lutador Tor, para o seu dono, ele não é nada mais do que um escravo. E quando o companheiro de Tor, Jin é assassinado em uma luta brutal na gaiola, Tor não quer lutar novamente. Mas o seu dono, Marrack tem outros planos para ele. Sky é um belo escravo sexual jovem, treinado para fazer sexo em quem comprá-lo. Mas Sky é especial, ele é virgem e o homem que for dono dele vai ter muita sorte em ser o primeiro. Quando Marrack compra Sky para Tor, sua intenção é incentivar Tor a voltar as lutas na gaiola. Como poderia o grande guerreiro resistir o acasalamento com o belo rapaz? Marrack dar a Tor um mês para voltar a lutar novamente. Tudo está envolvido sobre isso: A reputação de Tor, a liberdade de Sky, e o dinheiro de Marrack. Tor vai encontrar o amor novamente com um menino escravo, ou Tor será traído por seu novo companheiro?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tor: WereWolf Fight League #1”, de Lynn Lorenz, publicado pela editora Loose Id, em 2012 e com 183 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loose Id
Páginas: 183
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1611188113
ISBN13: 9781611188110
Sobre a editora
Os livros da editora Loose Id convidam o leitor a mergulhar em narrativas marcadas por relações humanas intensas e conflitos emocionais profundos, muitas vezes em contextos contemporâneos com toques de fantasia ou suspense. As histórias apresentam personagens que enfrentam dilemas internos e externos, como o medo da rejeição, segredos do passado e desafios sociais, tudo isso permeado por um clima de tensão afetiva e desejo. O catálogo sugere uma preferência por enredos que exploram a complexidade das relações amorosas, frequentemente com múltiplos protagonistas e dinâmicas que oscilam entre o drama e momentos de leveza ou humor. O tom varia do íntimo e reflexivo ao erótico e provocativo, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto contemplativo, dependendo da obra.
