
Título: Trabalho Imaterial: Formas de Vida e Produçao de Subjetividade
Autor: Antonio Negri
Sinopse: Este livro reúne cinco ensaios sobre transformações do trabalho, publicados em sua maioria na revista francesa Futur Antérieur (fundada por Antonio Negri). Trata-se de estudos pioneiros sobre a centralidade do trabalho no pós-fordismo. Os textos apontam a qualidade nova, comunicacional e lingüística do trabalho nos dias de hoje. Indeterminado e aberto, o tempo associado à realização de um ofício libera-se dos parâmetros rígidos e padronizados dos modelos de produção de outrora, assumindo contornos mais fluidos. O conceito de trabalho imaterial é proposto como o mais adequado para dar conta das dimensões pós-industriais. Negri e Lazzarato fundamentam-no em pesquisas empíricas (sobre transformações profissionais na grande Paris e novas modalidades de funcionamento, tecnologias da informação e da comunicação) e na recuperação das antecipações que Marx, nos Grundrisse, fez sobre socialização do trabalho e intelectualidade de massa. A obra estabelece um paralelo entre a origem da noção de trabalho imaterial e o movimento operaista italiano (de cunho neomarxista) da década de 1970. Emblema do taylorismo, o operário-massa, massificado pela serialização industrial e pelo nivelamento amorfo de suas qualidades, vê-se substituído pelo operário-social, muito mais autônomo e valorizado em sua subjetividade crítica.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Trabalho Imaterial: Formas de Vida e Produçao de Subjetividade”, de Antonio Negri, publicado pela editora DP&A, em 2001 e com 108 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: DP&A
Páginas: 108
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574900826
ISBN13: 9788574900827
Sobre a editora
Os livros da editora DP&A apresentam uma leitura densa e reflexiva, com foco recorrente em temas educacionais, sociais e culturais. O ritmo das obras tende a ser analítico e fundamentado em debates acadêmicos, envolvendo discussões sobre políticas públicas, práticas pedagógicas e processos históricos. O catálogo privilegia textos que exploram questões contemporâneas como inclusão, diversidade e transformações sociais, muitas vezes a partir de perspectivas críticas e interdisciplinares. A linguagem é predominantemente formal e voltada a leitores interessados em compreender dinâmicas complexas da educação, da cultura e da sociedade. Há obras que dialogam com debates políticos e filosóficos, além de trabalhos que investigam fenômenos urbanos e culturais sob um olhar antropológico e sociológico.
