
Título: Trilogia do Azul, do Mar, da Madrugada e da Ventania
Autor: Miranda De
Sinopse: PRÊMIO NACIONAL DE POESIA 2001 DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS É com versos desse quilate, é com essa desabrida cadência de palavras, que Luiz de Miranda ascende ao primeiro plano de nossa poesia neste limiar de um tempo. A beleza de seu ritmo, de grande precisão técnica, surge com naturalidade, sem aparente esforço. Nesse largo movimento, dos "Primeiros (untos", de Gonçalves Dias, à Trilogia do Azul, do Mar, da Madrugada e da Ventania, espraia-se toda uma conquista da palavra poética no Brasil. Os versos reunidos neste volume fazem pensar na constatação de Paul Claudel, de que a poesia é uma prece e de que somente através dela chegaremos à salvação. Assim é a explosão vocabular de Luiz de Miranda, que não se esgota nos primeiros contatos. Permanece viva na memória, rica, nítida, inconquistada. Antonio Olinto. Confira a fanpage da Editora Sulina
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Trilogia do Azul, do Mar, da Madrugada e da Ventania”, de Miranda De, publicado pela editora Sulina, em 2010 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Sulina
Páginas: 304
Ano: 2010
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520502598
ISBN13: 9788520502594
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,120
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
