
Título: ultimo Mamifero do Martinelli, O
Autor: Marcos Rey
Sinopse: O último mamífero do Martinelli, uma evolvente narrativa da época da ditadura, tem como personagem principal um perseguido político. Ele encontra refúgio no edifício Martinelli, o primeiro arranha-céu de São Paulo, então fechado para reformas. O homem se torna uma espécie de arqueólogo urbano ao vascular o prédio abandonado em busca de objetos que lhe rendam algum dinheiro para sobreviver. No isolamento do antigo edifício, entre os vários objetos que encontra – uma máquina de escrever, algumas placas de velhos estabelecimentos, um buraco de bala, um piano, um bilhete cujo destinatário se perdeu -, o homem passa o tempo inventando histórias e recriando sua própria vida. Parece descobrir uma porta para o passado e, assim, aos poucos ficção e realidade se misturam numa empolgante narrativa de ação e mistério.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “ultimo Mamifero do Martinelli, O”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2014 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 104
Ano: 2014
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526019929
ISBN13: 9788526019928
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
