
Título: Um Alpendre. Uma Rede. Um Açude
Autor: Rachel de Queiroz
Sinopse: A primeira edição de Um alpendre, uma rede, um açude, republicado agora pela Editora José Olympio, saiu em 1958, mostrando um amplo retrato do Brasil e sua gente. “A rigor, a autora destas crônicas é uma de nossas maiores conquistas no gênero, ladeado por José de Alencar e Machado de Assis, Antonio Torres (o de Verdades indiscretas) e João do Rio, Cecília Meireles e Rubem Braga, Nelson Rodrigues e Paulo Mendes Campos”, escreve André Seffrin. “Isso porque, na obra de todo escritor paradigmático, a crônica pode ser um pouco de tudo: drama, comédia, desenho de circunstância, afirmação política, crítica mordaz, trecho de diário, crônica de costumes, memórias, folhetim, relato de sonho, poema em prosa ou ‘núcleos e embriões de romance’, como sugeriu certa vez sobre Rachel o agudo Antonio Carlos Villaça. História (com maiúscula) e histórias, com um pouco de tudo que há no mundo. Quer dizer, a condição humana e seu coração descoberto.”
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Um Alpendre. Uma Rede. Um Açude”, de Rachel de Queiroz, publicado pela editora José Olympio, em 2006 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: José Olympio
Páginas: 416
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8503008432
ISBN13: 9788503008433
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,515
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora José Olympio costumam oferecer uma experiência de leitura que alia profundidade histórica e literária a narrativas que exploram a formação pessoal e social dos personagens. O catálogo apresenta obras que transitam entre o romance de formação, biografias detalhadas e análises culturais, muitas vezes ambientadas em contextos históricos marcantes, como o Brasil rural e urbano do século XX ou a Europa em períodos de transformação. A linguagem varia do mais narrativo, com atenção à psicologia dos personagens, ao mais informativo, com textos que dialogam com a crítica literária e a pesquisa acadêmica. Essa diversidade sugere um público interessado tanto em ficção com densidade social quanto em estudos literários e históricos.
