
Título: Um Ano Depois
Autor: Anne Wiazemsky
Sinopse: Um livro de memórias divertido e surpreendente, com elenco espetacular, que traz um olhar renovado sobre o Maio de 68 na França. No início de 1968, o cineasta Jean-Luc Godard era um ícone da esquerda francesa. Lançado no ano anterior, seu filme A chinesa fora saudado como profético: ao retratar um grupo de jovens maoístas disposto a fazer a revolução, captava o espírito do tempo que eclodiria em maio de 1968, quando os estudantes tomaram as ruas de Paris. A atriz e escritora Anne Wiazemsky, autora do livro, foi a protagonista de A chinesa e estava casada com o cineasta naquele ano. O casal vivia no epicentro da confusão: Anne e Jean-Luc dividiam um apartamento no Quartier Latin, vizinho da Sorbonne, a universidade no foco dos primeiros con?itos que mais tarde paralisariam o país. Ao lado dos cineastas François Tru?aut e Jacques Rivette, do flósofo Gilles Deleuze, do líder estudantil Daniel Cohn-Bendit, em contato próximo com Bernardo Bertolucci e Pier Paolo Pasolini, com os Beatles e os Rolling Stones, a dupla Anne-Godard testemunha o mundo em ebulição e procura se situar em meio às vertiginosas transformações.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Um Ano Depois”, de Anne Wiazemsky, publicado pela editora Todavia, em 2018 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Todavia
Páginas: 176
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593828604
ISBN13: 9788593828607
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,189
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Todavia costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a crônica social, o romance intimista e o ensaio político. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em contextos históricos e culturais complexos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais em meio a tensões sociais ou políticas. O tom varia entre o sóbrio e o irônico, com uma linguagem que ora é direta e clara, ora poética e reflexiva, convidando o leitor a uma reflexão crítica sobre temas como memória, identidade, violência e desigualdade. O catálogo revela uma preocupação constante com a representação de vozes marginalizadas ou pouco conhecidas, seja por meio de relatos de resistência, seja pelo exame das estruturas sociais que moldam essas vidas.
