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Um jogo bastante perigoso

Título: Um jogo bastante perigoso

Autor: Adília Lopes

Sinopse: Adília Lopes é pura desmistificação. Tudo o que você sabia sobre poesia precisa de ser repensado. Não há diferença entre erudição e cultura popular, existe apenas o fim absoluto do preconceito. Ternura e frontalidade. Citação e confissão. Adília é nua. ― Texto da contracapa de Valter Hugo Mãe.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um jogo bastante perigoso”, de Adília Lopes, publicado pela editora Moinhos, em 2018 e com 65 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Moinhos

Páginas: 65

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 8592579929

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Adília Lopes é uma experiência marcada por uma prosa poética que mistura o íntimo com o cotidiano, numa tensão entre a simplicidade direta e a complexidade das emoções humanas. A autora trabalha com um ritmo que pode parecer fragmentado e solto, mas que revela uma construção cuidadosa de imagens e memórias. A voz que emerge é ao mesmo tempo frontal e terna, capaz de desarmar preconceitos e convidar o leitor a repensar o que entende por poesia. Há uma leveza que contrasta com a densidade dos temas abordados, como a infância, a linguagem e a própria condição do poeta. Esse equilíbrio entre confissão e citação cria uma leitura que desafia o esperado, propondo uma poesia nua, sem artifícios, mas rica em significado.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.

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