
Título: Um Relato Sobre a Banalidade do Amor
Autor: Mario Diament
Sinopse: “Este belíssimo texto do autor argentino Mario Diament é inspirado na intensa e problemática relação amorosa vivida por uma das mais importantes pensadoras políticas do século XX, Hannah Arendt, e por Martin Heidegger, este considerado um dos grandes filósofos que o mesmo século produziu.Hannah, judia alemã, foi obrigada a fugir de seu país em 1933, quando da ascensão de Hitler ao poder; Martin, por sua vez, tornou-se, neste mesmo ano, reitor da Universidade de Freiburg e, em seguida, filiou-se ao Partido Nazista, nele permanecendo até o final da 2ª guerra mundial.As radicais diferenças políticas e existenciais protagonizadas por ambos não foram, entretanto, suficientes para dissolver o profundo laço amoroso que os uniu. O amor, tratado muito acertadamente pelo autor em sua dimensão de banalidade (referência, como sabemos, ao livro Eichmann em Jerusálem: um relato sobre a banalidade do mal, escrito por Hannah Arendt) é mostrado aqui como tendo a perturbadora propriedade de “banalizar” as diferenças, levando os amantes a viver uma tormentosa luta entre as suas respectivas crenças e o velho e banal desejo de unidade absoluta, este um dos muitos “engodos” próprios ao amor e à vida amorosa.”Jaime Leibovitch
Contexto da obra
No teatro, obras como esta costumam ser lidas entre página, voz e cena. “Um Relato Sobre a Banalidade do Amor”, de Mario Diament, publicado pela editora Moinhos, em 2019 e com 92 páginas, integra a categoria Livros de Teatro. Esse contexto costuma ser útil para perceber melhor a obra como texto e também como gesto dramático.
Editora: Moinhos
Páginas: 92
Ano: 2019-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8545557736
ISBN13: 9788545557739
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,198
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.
