
Título: Um remédio chamado amor
Autor: Lourival Gomes
Sinopse: Rodolfo, menino pobre desde a mais tenra idade, sonhava ser médico e atender as comunidades carentes de sua cidade. Mercê de sua dedicação e do esforço quase sobrenatural de seus pais o sonho que parecia utópico tornou-se real. A excelente classificação obtida na faculdade de medicina lhe permitiria fazer sua residência nos melhores hospitais do país, mas o compromisso moral que tinha com sua consciência o levou a fazer residência num modesto e mal equipado hospital de sua cidade natal. Essa decisão levou Rodolfo a se defrontar com a triste realidade e descobriu que a saúde no país estava na UTI. As barreiras e dificuldades encontradas, no entanto, só reforçaram a sua disposição de trabalhar sem limites para atingir seu objetivo. Sua determinação e seu elevado espírito de solidariedade humana o levaram às vitórias que fizeram dele um exemplo que lentamente foi sendo seguido por outros profissionais da saúde, para os quais ele ensinou que o melhor remédio para a cura das doenças do corpo e da alma é o amor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um remédio chamado amor”, de Lourival Gomes, publicado pela editora Plêiade, em 2013 e com 386 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Plêiade
Páginas: 386
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8576512246
ISBN13: 9788576512240
Sobre a editora
Os livros da editora Plêiade oferecem uma experiência de leitura que transita entre o didático e o reflexivo, explorando temas como espiritualidade, educação contemporânea, ciências sociais e humanas, além de abordagens acadêmicas e técnicas. O catálogo revela obras que convidam o leitor a pensar sobre a condição humana, a transformação social e os desafios contemporâneos, com textos que vão do discurso jurídico à pedagogia universitária, passando por investigações sobre cultura visual e políticas públicas urbanas. Há uma presença marcante de obras que mesclam rigor teórico com uma linguagem acessível, em ritmo que pode variar entre o mais direto e objetivo e o mais contemplativo e analítico.
