
Título: Uma Baleia na Montanha
Autor: Lacerda Mariana
Sinopse: Para além de certos clichês, pouco se sabe sobre o zapatismo no Brasil. Um movimento que parece ter surgido do nada, e às portas do terceiro milênio pega em armas, não para ensejar a militarização da luta, mas ao contrário, para chegar ao ponto em que se possa prescindir delas. Um movimento que desmonetariza as trocas, rejeita a subserviência ao Estado e ao Capital, e a partir da herança maia reinventa as práticas comuns e as faz colocando a natureza, as mulheres, gays, trans e crianças no centro de seu mundo, sustentando o que os gregos chamavam de parrhesia, a palavra franca, o dizer-verdadeiro; para os maia: a palavra-espelho. Um conto infantil do Subcomandante Marcos, com pinturas de Rivane Neuenschwander, acompanha esta edição, convite especial às nossas crianças cujas almas parecem tão cansadas de telas.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Uma Baleia na Montanha”, de Lacerda Mariana, publicado pela editora N-1 edições, em 2021 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: N-1 edições
Páginas: 288
Ano: 2021
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586941326
ISBN13: 9786586941326
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,410
- Altura (cm): 14,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
