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Uma Inimiga do Povo

Título: Uma Inimiga do Povo

Autor: Henrik Ibsen

Sinopse: Por que republicar uma peça escrita quase um século e meio atrás? Apesar dos avanços tecnológicos estupendos dos últimos anos, este texto de Ibsen nos mostra que ainda lidamos com problemas socio-econômicos muito parecidos com os do começo da revolução industrial. A pandemia de COVID-19 evidenciou as limitações da gestão pública ao administrar uma crise de saúde pública, assim como muitas outras crises pela história. "O verdadeiro grande mal é a pobreza, são as miseráveis condições de vida que esmagam muitas pessoas. Em última análise: os poderosos, os mesquinhos, os interesseiros, cultivam a ignorância para se manterem no poder e obter lucros e vantagens!" Ao fazer do protagonista uma mulher, trazemos uma perspectiva interseccional e atual, que aborda gênero e sexualidade no contexto de poder governamental e socio-econômico. Ibsen não nos entrega uma resposta pronta, ele apresenta questões estimulantes que a polarização política tende a ofuscar. Embarque nessa viagem no tempo, que nos leva a um lugar estranhamente familiar.

Contexto da obra

No teatro, obras como esta costumam ser lidas entre página, voz e cena. “Uma Inimiga do Povo”, de Henrik Ibsen, publicado pela editora Plataforma9, em 2022 e com 202 páginas, integra a categoria Livros de Teatro. Esse contexto costuma ser útil para perceber melhor a obra como texto e também como gesto dramático.

Editora: Plataforma9

Páginas: 202

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: pt

ISBN: 9786599409356

ISBN13: 9786599409356

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Henrik Ibsen é marcada por uma tensão constante entre o íntimo e o social, onde personagens se debatem entre suas consciências pessoais e as rígidas convenções que os cercam. O ritmo varia entre momentos de introspecção profunda e diálogos carregados de conflito, criando uma atmosfera que pode ser tanto angustiante quanto reveladora. O foco recai sobre dilemas morais e existenciais, especialmente em torno de culpa, responsabilidade e a busca por identidade. A prosa dramática é direta, sem adornos excessivos, o que reforça a crueza das situações e a força das emoções. As obras frequentemente deixam no leitor a pergunta sobre até que ponto somos livres para sermos nós mesmos diante das pressões sociais.

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