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Uma janela em Copacabana

Título: Uma janela em Copacabana

Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza

Sinopse: Copacabana, Rio de Janeiro. Dois policiais são executados em curto espaço de tempo. Suas mortes têm muito em comum. Ambas as vítimas eram tiras de segundo escalão, com carreiras medíocres. Foram eliminados pelo mesmo homem, um assassino que dispara à queima-roupa e não deixa rastro. O mundo policial entra imediatamente em rebuliço. Quem estaria disposto a correr o risco de sair matando tiras, ainda que inexpressivos? Gente ligada ao tráfico? À própria polícia? Em meio às confusões de seu cotidiano de livros sem estantes e mulheres fugidias, o delegado Espinosa tem poucos elementos para desvendar o caso, mas sabe que quem cometeu os crimes tem uma motivação forte. Se matar um tira não costuma nunca ser um bom negócio, alguém deve ter concluído que eliminar esses dois era uma questão de estrita necessidade - dos riscos, o menor.Percorrendo as ruas de sua geografia predileta, entre os bairros do Leme e de Copacabana, o delegado vai se deparar com outras mortes e com uma mulher enigmática e insinuante, casada com um figurão da área econômica do governo federal.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Uma janela em Copacabana”, de Luiz Alfredo Garcia-Roza, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2001 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 224

Ano: 2001

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8535901809

ISBN13: 9788535901801

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,239
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 13,00
  • Espessura (cm): 1,20

Sobre o autor

A leitura dos livros de Luiz Alfredo Garcia-Roza é marcada por uma atmosfera densa e introspectiva, onde o ritmo varia entre o contemplativo e o tenso, quase sempre guiado por uma investigação policial que se desenrola em cenários urbanos detalhados, especialmente o Rio de Janeiro. A prosa é enxuta, com foco na construção psicológica dos personagens, especialmente do delegado Espinosa, cuja mente analítica e sensível conduz o leitor por tramas que exploram tanto a geografia da cidade quanto os labirintos da mente humana. A narrativa cria uma tensão constante, ora pelo suspense dos crimes, ora pela ambiguidade entre realidade e fantasia, deixando no ar perguntas sobre a natureza da verdade e da memória. Em meio a isso, os livros de Luiz Alfredo Garcia-Roza convidam a uma reflexão sobre as motivações humanas, muitas vezes sombrias, sem recorrer a excessos dramáticos ou soluções fáceis.

Ver mais sobre o autor

Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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