
Título: Uma Poetica em Cena
Autor: Reni Chaves Cardoso
Sinopse: Uma ´Poética em Cena´ traz, pela primeira vez em língua portuguesa, os frutos da parceria de três dos maiores nomes do teatro e da poesia Vladímir Maiakóvski, Vsévolod Meierhold e Aleksándr Blók foram das personagens mais inquietas e inovadoras das artes russas. De suas parcerias nasceram a Barraca de Feira e ´Os Banhos´ escritas por Blók e Maiakóvski respectivamente, e encenadas por Meierhold, frutos do mesmo ímpeto vanguardista que os acompanhou por toda a vida. A ´Barraca de Feira´, vista hoje como síntese do trabalho de Meierhold, traz a discussão sobre a relação entre o escrito e o encenado em linguagem simbolista. Os Banhos, peça futurista corajosa que satirizava a burocracia da administração pública da URSS stalinista, causando grande polêmica em sua recepção.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Uma Poetica em Cena”, de Reni Chaves Cardoso, publicado pela editora Perspectiva, em 2018 e com 332 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 332
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527311267
ISBN13: 9788527311267
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
