
Título: Uma trilogia fálica
Autor: Bráulio Pedroso
Sinopse: Finalmente em triângulo, Bucalão, Alfredo e Gogol procuram no nada, na angústia, na ausênsia do super-ego, a liberdade prometida que não se concretiza. Bráulio Pedroso passeia nos sentidos da necessidade com o jogo lúcido das aparências, criando a comédia-trágica do essencial. Tira do povo consciente de sua natureza e reais possibilidades sociais. "Ele é contra o Ser", diz Ada, a empregada. E a consciência da importância do ser levanos de novo a Hamlet que, príncipe, se une à plebe com as mesmas preocupações existenciais. Bráulio atravessa a psicanálise com a ironia dos que assumiram a fatal doença e são íntegros nela. Arrisca a vida e a arte, sem se prender a nenhuma falsa segurança de atitudes. Bráulio, o poeta despedaçado, que assassina a rosa e nega sua unidade: "A rosa não é uma rosa, não é uma rosa, não é uma rosa", parte desesperado à procura do início do início da rosa, do botão de rosa. "Um botão de rosa tem muitos significados, mas fundamentalmente é um botão de rosa." Bráulio, que aceita em si próprio a pecha feminina: "Quando se pula de cama em cama, acaba-se no chão. De corpo e alma." Bráulio Pedroso é sobretudo um artista, um homem que vê antes de mais nada a mulher como ela sonha ser vista. Como amiga.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Uma trilogia fálica”, de Bráulio Pedroso, publicado pela editora Paz e Terra, em 1984 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paz e Terra
Páginas: 208
Ano: 1984
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.
