
Título: Unidade e Fragmentação
Autor: Anita Kon
Sinopse: O Brasil é um país-continente marcado por diversidades regionais que as condições geográficas, socioeconômicas e culturais tornaram agudamente conflitantes, gerando posicionamentos ideológicos, políticos e partidários contrapostos na unificação nacional dos interesses e na visão da nação como um todo. Para o estudo destas questões, a Editora Perspectiva convidou a economista Anita Kon, da Pontifícia Universidade Católica e da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo, a compor um painel de debates textuais sobre o tema. Reunindo a contribuição de Carlos Roberto Azzoni, Clélio Campolina Diniz, Eduardo Haddad, Fernando S. Perobelli, Flávia Lúcia Chein Fore, Geoffrey Hewings, Leonardo Guimarães Neto, Luiz Guilherme de Oliveira, Rodrigo Serra, Thompson de Andrade, Werner Baer e da própria organizadora, Unidade e Fragmentação: A Questão Regional no Brasil, editado na coleção Debates, apresenta análises relevantes sobre os problemas mais candentes desta realidade. Os temas desenvolvidos constituirão sem dúvida subsídios não só aos agentes econômicos e formuladores de políticas brasileiras voltadas para a projeção e planificação do desenvolvimento regional, como para todo o cidadão preocupado com o futuro de nosso país.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Unidade e Fragmentação”, de Anita Kon, publicado pela editora Perspectiva, em 2002 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Perspectiva
Páginas: 312
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8527302810
ISBN13: 9788527302814
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
