
Título: Universidade, Pecado Nativo
Autor: Maria Ciavatta
Sinopse: Este livro remete a momentos distintos da história do ensino superior privado brasileiro – porém conectados segundo a perspectiva dos tempos múltiplos de Braudel –, ao tempo breve dos acontecimentos, ao tempo médio das conjunturas e ao tempo longo da estrutura econômica, que é o pano de fundo da presente análise. O texto tem por base um capítulo da história da educação que analisa a trajetória de uma faculdade confessional, privada que traz consigo uma visão idealista do ensino superior dos anos 1930 a 1950, e que adere aos processos de desenvolvimento econômico da Ditadura empresarial-militar e à expansão do ensino a partir dos anos 1960 até a redemocratização do país nos anos 1980. Num segundo momento, no período de 1995 a 2010, a preocupação é captar uma face da mercantilização da educação que é a “nova gestão universitária”, que potencializa a lógica capitalista sob a égide do empreendedorismo, da democratização do ensino superior e da responsabilidade social. Esse percurso histórico abre um debate sobre a universidade pública, que se apresenta como resistência aos interesses mercantis que impedem seu avanço e vilipendiam a sua importância social. “Porque o pecado nativo é simplesmente estar vivo, é querer respirar”.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Universidade, Pecado Nativo”, de Maria Ciavatta, publicado pela editora CRV, em 2021 e com 210 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: CRV
Páginas: 210
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6525106613
ISBN13: 9786525106618
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,40
Sobre a editora
Os livros da editora CRV apresentam uma leitura que convida à reflexão crítica e interdisciplinar, especialmente em áreas como educação, ciências humanas e sociais. A experiência de leitura costuma ser densa, com textos que exploram temas como políticas educacionais, formação docente, questões de gênero, saúde pública, história social e práticas pedagógicas, sempre com um tom analítico e fundamentado em pesquisas acadêmicas. O catálogo sugere obras que dialogam com desafios contemporâneos, abordando desde a crise educacional até a construção de saberes em contextos locais e globais, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico. A diversidade de temas é acompanhada por uma preocupação em conectar teoria e prática, em especial no campo da educação e das ciências sociais.
