
Título: Uso Inteligente Da Agua
Autor: Rebouças Aldo
Sinopse: Depois de Águas doces no Brasil – capital ecológico, uso e conservação, o Prof. Aldo da Cunha Rebouças nos apresenta o Uso inteligente da água (selo Escrituras), uma obra de grande utilidade e importância para a situação atual do país e do mundo.O autor mostra que há várias maneiras de se usar a água de forma correta, que a abundância no Brasil não autoriza o desperdício e muito menos o descaso. Discute formas eficientes de usar a água disponível, pois não se trata apenas de conseguir mais água, mas sim, de usar a que dispomos com inteligência.De forma didática e bem-humorada, o autor nos oferece uma visão geral sobre o tema, definindo conceitos, localizando problemas e fornecendo soluções que podem ser resumidas no título da obra: Uso inteligente da água. Trata-se de uma obra acessível também ao leitor não-especializado, de qualquer idade ou formação.
Contexto da obra
Na Jardinagem, livros como este costumam interessar tanto a iniciantes quanto a leitores já envolvidos com cultivo. “Uso Inteligente Da Agua”, de Rebouças Aldo, publicado pela editora Escrituras, em 2008 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Jardinagem. Por isso, o valor da obra tende a aparecer quando o leitor a aproxima da experiência concreta com plantas e cuidado.
Editora: Escrituras
Páginas: 208
Ano: 2008
Edição: Cincias Biol—gicas e Naturais
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575311131
ISBN13: 9788575311134
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Escrituras convidam o leitor a percorrer caminhos que mesclam investigação acadêmica, poesia e narrativas que exploram a memória e a cultura. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à história social, biografias e reflexões filosóficas, com obras que trazem desde relatos documentais até poesia contemporânea. A experiência de leitura varia entre textos densos e didáticos, como os que abordam educação e design, e outros mais líricos e imagéticos, como os de poesia e arte visual. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo ou ensaístico, contemplando públicos que buscam tanto aprofundamento quanto sensibilidade estética.
