
Título: Vidas Abandonadas: Crime, Violencia e Prisao
Autor: Sequeira Conselheiro
Sinopse: Nesta pesquisa, realizada em um presídio paulista durante dois anos e meio, as histórias ouvidas tomaram a palavra, e os leitores vão acompanhando, através das entrevistas realizadas, algumas vidas consideradas infames - homens em sua grande maioria jovens, oriundos das periferias, negros, pobres, com baixa escolaridade e quase nenhuma qualificação profissional. Esse é o perfil encontrado majoritariamente nas prisões brasileiras. Ao trilhar os horrores do cotidiano prisional, Vania Sequeira busca apontar também - além das violências de toda ordem, do abandono, das desqualificações - o poder da vida.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Vidas Abandonadas: Crime, Violencia e Prisao”, de Sequeira Conselheiro, publicado pela editora EDUC - Editora da PUCSP, em 2011 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: EDUC - Editora da PUCSP
Páginas: 168
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528304329
ISBN13: 9788528304329
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,260
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,88
Sobre a editora
Os livros da editora EDUC - Editora da PUCSP propõem uma leitura que une reflexão filosófica, análise social e pesquisa acadêmica rigorosa, frequentemente ancorada em contextos brasileiros e lusófonos. A experiência de leitura costuma envolver um ritmo denso e contemplativo, com textos que exploram desde a filosofia dos afetos até estudos sobre exclusão social, patrimônio cultural e políticas linguísticas. O catálogo revela obras que dialogam com temas como educação, violência institucional, linguística e gestão em instituições comunitárias, oferecendo um panorama multifacetado. A linguagem é predominantemente acadêmica, mas com atenção a narrativas que trazem vozes reais e experiências vividas, como entrevistas em presídios ou análises de documentários. Há obras mais teóricas e outras que privilegiam relatos e estudos de caso, o que permite ao leitor transitar entre abordagens mais conceituais e outras mais empíricas.
