
Título: Waiting for the Barbarians
Autor: J. M. Coetzee
Sinopse: Concerned as it is with the historical and contemporary experience of formerly European colonies, postcolonial studies have shown little interest in the effects of such controlling power on non-human animals. In identifying the political, sociological, and economic impact of "Western" imperialistic pursuits upon non-European "others," post-colonialism has concentrated almost singularly on "other" humans. The cost of European territorial conquest and the discursive operations of empire, however, were not borne solely by human beings but arguably, by non-human animals as well. Indeed, it is just this argument that forms the subtext of J.M. Coetzee's allegory of territorialism, Waiting for the Barbarians. Relying on the narrator's imperialistic use of animal imagery, Coetzee effectively criticizes the operations of empire whose colonial legacy is responsible for the construction of what is essentially a non-human animal subaltern.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Waiting for the Barbarians”, de J. M. Coetzee, publicado pela editora Penguin Books, em 1982 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 160
Ano: 1982
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13: 9780140061109
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
