
Título: Walter Benjamin: os cacos da história
Autor: Gagnebin Marie
Sinopse: Alguns fazem de Benjamin um materialista otimista, que celebraria o fim da arte tradicional em proveito de uma união entre arte e técnica; outros, particularmente Adorno e seus discípulos, consideram-no um gênio, embora incapaz de uma verdadeira reflexão teórica; outros, enfim, veem-no como um teólogo e um místico judeu, perdido nos caminhos do marxismo pelo medo da solidão e pelos encantos de uma mulher. Uma testemunha não só da dificuldade de um intelectual - sobretudo judeu - sobreviver ao fascismo sem se renegar, como também das insuficiências práticas e teóricas do movimento comunista da III Internacional e da socialdemocracia alemã sob a República de Weimar.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Walter Benjamin: os cacos da história”, de Gagnebin Marie, publicado pela editora N-1 edições, em 2018 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: N-1 edições
Páginas: 112
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8566943627
ISBN13: 9788566943627
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
