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Weber: Escritos Políticos

Título: Weber: Escritos Políticos

Autor: Max Weber

Sinopse: A modernidade, para Max Weber (1864-1920), é a cristalização de um longo processo histórico caracterizado pela progressiva racionalização do mundo ou, visto do avesso, pelo seu desencantamento. Na religião, o protestantismo europeu, com seus rebentos no norte da América, é a forma mais desenvolvida dessa lenta decantação. Na economia, prevalece o capitalismo industrial das grandes corporações. Seu paralelo na política é o Estado impessoal, dominado pelas leis e por um profundo e extenso aparato burocrático, cujo funcionamento depende de um corpo de funcionários regular e especializado. Como equacionar a ebulição e o dinamismo da sociedade de massas com o fato institucional da dominação legal-burocrática, em especial na conflagrada Alemanha da virada para o século XX, é a difícil questão que o autor enfrenta nestes escritos.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Weber: Escritos Políticos”, de Max Weber, publicado pela editora Folha de S.Paulo, em 2015 e com 432 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Folha de S.Paulo

Páginas: 432

Ano: 2015

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8581932614

ISBN13: 9788581932613

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Max Weber é um mergulho em reflexões densas e rigorosas sobre a sociedade, política e economia, que combinam análise histórica com uma abordagem conceitual precisa. O ritmo de sua prosa varia entre o rigor acadêmico e a clareza expositiva, exigindo do leitor atenção e disposição para acompanhar argumentos que se desdobram em múltiplas camadas. Há uma tensão constante entre o entendimento do poder como fenômeno social e político e a busca por explicações sobre a racionalidade que estrutura as instituições modernas. Em alguns momentos, o tom é mais seco e técnico, enquanto em outros, a escrita se torna quase ensaística, convidando à contemplação das origens culturais do capitalismo e da burocracia. Essa experiência provoca uma reflexão crítica sobre a modernidade e suas contradições, deixando no leitor a pergunta sobre como valores culturais e estruturas sociais se entrelaçam para moldar o mundo contemporâneo.

    Ver mais sobre o autor

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