
Título: Why We Get Fat: And What to Do About It
Autor: Gary Taubes
Sinopse: Analyzing anthropological evidence and modern scientific literature, Taubes contends that the common “calories in, calories out” model of why we get fat is incorrect. Instead, Taubes promotes a low-carbohydrate diet, arguing that the consumption of carbohydrates drives the body to release insulin, which in turn can lead to insulin resistance (and diabetes) over time. Taubes also asserts that the consumption of carbohydrates leads the body to store excess energy in fat cells, but that reducing dietary intake of carbohydrates results in the body entering ketosis. In this state, the body breaks down fat (triglycerides) in order to fuel the brain. Although Taubes points out his beliefs regarding consumption of carbohydrates, he clarifies that “this is not a diet book, because it’s not a diet we’re discussing.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Why We Get Fat: And What to Do About It”, de Gary Taubes, publicado pela editora Alfred A. Knopf, em 2010 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alfred A. Knopf
Páginas: 272
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0307272702
ISBN13: 9780307272706
Sobre a editora
Os livros da editora Alfred A. Knopf apresentam uma variedade de narrativas que exploram intensamente as relações humanas e os dilemas pessoais, muitas vezes em cenários marcados por tensões sociais ou culturais. A experiência de leitura costuma ser densa, com um tom que varia entre o introspectivo e o dramático, e personagens que enfrentam conflitos profundos, seja em ambientes urbanos contemporâneos ou em contextos históricos detalhados. O catálogo sugere obras que transitam entre o literário e o reflexivo, com histórias que valorizam o desenvolvimento psicológico e a complexidade moral, além de incluir conversas sobre arte e criação, que ampliam o olhar para processos criativos e culturais. Essa diversidade indica que Alfred A. Knopf publica tanto narrativas ficcionais quanto textos que dialogam com o cinema, a música e outras formas de expressão artística.
