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William James, a Construção da Experiência

Título: William James, a Construção da Experiência

Autor: Lapoujade David

Sinopse: Diante das grandes crises, como resgatar a confiança, o vínculo que nos liga ao mundo, que nos faz agir, pensar e criar? O pragmatismo do filósofo americano William James surge dessa questão, em tudo oposta à ideia do sucesso à americana, do self-made man, do homem de negócios oportunista. Se hoje os Estados Unidos vivem uma caricatura de si mesmos, James oferece um vívido antídoto à filosofia do capitalismo. Para ele, a tarefa da filosofia não é procurar o verdadeiro ou o racional, e sim nos dar razões para acreditar neste mundo. Conforme a bela interpretação de David Lapoujade presente neste livro, o pragmatismo de James se apresenta como um método para mergulhar num mundo em fluxo, que concebe a experiência como composição e justaposição de experimentações, onde as linhas que se entrecruzam constituem uma cartografia particular. Este é o projeto da filosofia de James, isto é, do empirismo radical: liberar a experiência de toda forma preexistente.

Contexto da obra

Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “William James, a Construção da Experiência”, de Lapoujade David, publicado pela editora N-1 edições, em 2017 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.

Editora: N-1 edições

Páginas: 128

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8566943317

ISBN13: 9788566943313

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,190
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 2,00

Sobre a editora

Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.

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