
Título: A Beggar in Jerusalem: A novel
Autor: Elie Wiesel
Sinopse: When the Six-Day War began, Elie Wiesel rushed to Israel. "I went to Jerusalem because I had to go somewhere, I had to leave the present and bring it back to the past. You see, the man who came to Jerusalem then came as a beggar, a madman, not believing his eyes and ears, and above all, his memory."
This haunting novel takes place in the days following the Six-Day War. A Holocaust survivor visits the newly reunited city of Jerusalem. At the Western Wall he encounters the beggars and madmen who congregate there every evening, and who force him to confront the ghosts of his past and his ties to the present. Weaving together myth and mystery, parable and paradox, Wiesel bids the reader to join him on a spiritual journey back and forth in time, always returning to Jerusalem.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “A Beggar in Jerusalem: A novel”, de Elie Wiesel, publicado pela editora Schocken, em 1997 e com 224 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Schocken
Páginas: 224
Ano: 1997-05-27
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0805210520
ISBN13: 9780805210521
Sobre a editora
Os livros da editora Schocken costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por textos densos e reflexivos, que transitam entre memórias pessoais, ensaios históricos e narrativas existenciais. O catálogo privilegia obras que exploram conflitos profundos, como a luta contra regimes totalitários, crises de identidade cultural e dilemas éticos, frequentemente ambientados em contextos históricos complexos, como o Holocausto, o Oriente Médio contemporâneo e o universo judaico. A linguagem tende a ser precisa e cuidadosa, com um tom que varia do intimista ao analítico, convidando o leitor a refletir sobre temas como memória, identidade, autoridade e espiritualidade. Entre os livros, há desde relatos autobiográficos até diálogos filosóficos, o que sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras mais informativas e interpretativas.
