
Título: A Conquista Psicológica do Mal
Autor: Heinrich Zimmer
Sinopse: Esta é uma reunião de histórias populares da literatura do Oriente e do Ocidente, cujo fio condutor é a preocupação comum com o eterno conflito entre o homem e as forças do mal. Em seus comentários das narrativas, Heinrich Zimmer desvenda o significado inerente a cada símbolo - que poderia parecer, a uma primeira vista, desvinculado dos demais - e propõe a unidade filosófica deste grupo de mitos. Principiando com uma história das Mil e Uma Noites, o tema vai desdobrando através de lendas do paganismo irlandês, do Cristianismo medieval, do ciclo do rei Artur e do Hinduísmo ancestral, culminando num mito clássico hindu de amor sobre-humano, pela primeira vez apresentado ao leitor ocidental.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “A Conquista Psicológica do Mal”, de Heinrich Zimmer, publicado pela editora Palas Athena, em 2005 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Palas Athena
Páginas: 232
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572420533
ISBN13: 9788572420532
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,355
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Palas Athena oferecem uma experiência de leitura que mescla rigor científico e reflexão profunda sobre a condição humana, ética e espiritualidade. O catálogo privilegia obras que exploram temas como comunicação não violenta, justiça restaurativa e mitologia, sempre com um olhar interdisciplinar que conecta filosofia, psicologia e sociologia. A linguagem tende a ser acessível, mas densa, convidando o leitor a um envolvimento cuidadoso com questões complexas, muitas vezes relacionadas a conflitos, trauma e transformação social. Há uma presença marcante de narrativas que propõem práticas de convivência pacífica e de autoconhecimento, com um tom que varia do didático ao contemplativo.
