
Título: A ecologia de Monet
Autor: Adriano Pedrosa
Sinopse: A ecologia de Monet eÌ a primeira exposição a investigar a relação de Claude Monet (1840-1926) com a ecologia e o meio ambiente. O viÌnculo do artista com a natureza tornou-se cada vez mais profundo e complexo ao longo de sua carreira. Essa conexão atingiu seu auge na fase final de sua obra, produzida em Giverny, uma cidade no interior da França onde o artista concebeu seus famosos jardins. Este cataÌ- logo acompanha a exposição no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), que explora o envolvimento radical de Monet com o mundo natural, enquadrando sua obra em uma perspectiva ecoloÌgica, destacando sua contemporaneidade em relação a importantes avanços cientiÌficos da eÌpoca e o posi- cionando no iniÌcio de uma tomada de conscieÌ‚ncia ecoloÌgica. A ecologia de Monet busca revelar como as pinturas do artista não apenas refletem a intrincada dinaÌ‚mica da natureza e da sociedade, mas tambeÌm apresentam paisagens que funcionam como sistemas ecoloÌgicos em si mesmos. Este livro eÌ essencial para qualquer leitor interessado em novas aproximações ao impressionismo ou nas relações entre arte, paisagem e ecologia.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “A ecologia de Monet”, de Adriano Pedrosa, publicado pela editora Masp, em 2025 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Masp
Páginas: 312
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6557770659
ISBN13: 9786557770658
Sobre a editora
Os livros da editora MASP costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental com um olhar atento às artes visuais e suas conexões culturais e históricas. Muitas obras acompanham exposições realizadas no Museu de Arte de São Paulo, trazendo reproduções detalhadas de obras, textos curatoriais e ensaios que contextualizam artistas e movimentos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tanto trajetórias individuais, como as de artistas brasileiros e indígenas, quanto temáticas amplas, como ativismo, história social e práticas artísticas contemporâneas. O tom varia entre o analítico e o poético, com atenção a questões de identidade, memória e representatividade, frequentemente em diálogo com o presente.
