
Título: A Economia Parasitária
Autor: Raoul Vaneigem
Sinopse: Concebida como uma sequência de breves análises e teses, A ECONOMIA PARASITÁRIA procede ao exame crítico duma sociedade mercantil em declínio e duma sociedade viva que deverá superá-la. O capitalismo mundial, unificados que foram os seus pólos em aparência opostos, é hoje um sistema parasitário de que resulta uma burocracia financeira assente na prática usurária. Toda a organização social se encontra assim ameaçada, incluindo a contestação que se lhe opõe, a qual, por não buscar soluções fora da economia de exploração, com esta se degrada. Entretanto, se rejeitamos esta civilização que deposita todas as suas esperanças na morte, tão pouco desejamos uma sociedade onde a vida é encarada segundo os critérios da rendibilidade econômica. Como impedir que os desejos se tornem o seu oposto? Como sabermos o que queremos e querermos o que sabemos? A resposta reside em cada pessoa, a partir do momento em que lhe importe, antes de tudo, renascer para aquilo que em si tem de mais vivo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Economia Parasitária”, de Raoul Vaneigem, publicado pela editora Antígona, em 1999 e com 107 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Antígona
Páginas: 107
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9726081033
ISBN13: 9789726081036
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Antígona revela um interesse persistente por temas que questionam estruturas sociais, políticas e culturais, frequentemente com um tom crítico e reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram a tensão entre indivíduo e sistema, seja por meio de análises filosóficas profundas, narrativas históricas ou ficções distópicas. A linguagem é, em geral, densa e cuidadosa, mas acessível, convidando o leitor a uma imersão que combina rigor intelectual com uma certa urgência existencial. Há uma presença marcante de textos que abordam crises sociais, identidades complexas e dilemas morais, com um ritmo que varia entre o contemplativo e o intenso, dependendo do enfoque narrativo. Essa diversidade se manifesta tanto em obras mais ensaísticas quanto em romances ou relatos biográficos, oferecendo contrastes entre o mais narrativo e o mais informativo.
