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A Máquina do Tempo

Título: A Máquina do Tempo

Autor: H. G. Wells

Sinopse: A Máquina do Tempo (1895) é uma das primeiras fantasias científicas de H. G. Wells e um clássico do género, a par de A Ilha do Dr. Moreau (1896), O Homem Invisível (1897) e A Guerra dos Mundos (1898). Neste relato, um viajante no tempo, depois de mergulhar mais de oitocentos mil anos no futuro, vislumbra uma trágica sociedade dividida em duas facções: os ociosos e pacíficos Eloi, à imagem das classes altas da época vitoriana, e os bárbaros e predadores Morlocks, confinados aos subterrâneos do planeta. Paralelamente, A Máquina do Tempo encerra uma filosofia da evolução humana e uma crítica à sociedade do tempo de H. G. Wells, com inevitáveis ecos no presente, alertando para as consequências do fosso crescente entre classes e para a exploração e miséria humana. Escrito na viragem do século, numa era vitoriana de progresso científico e industrial, este livro viria a conhecer um enorme êxito e perduraria como uma das principais fantasias da literatura e do cinema.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Máquina do Tempo”, de H. G. Wells, publicado pela editora Antígona e em 2019, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Antígona

Páginas: 0

Ano: 2019

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 9789726082859

ISBN13: 9789726082859

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de H. G. Wells é uma imersão em mundos onde a imaginação científica encontra a crítica social, criando um contraste entre o futuro tecnológico e as fraquezas humanas. A prosa varia entre o direto e o descritivo, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de reflexão inquietante. O leitor é convidado a acompanhar personagens que enfrentam dilemas éticos e existenciais, muitas vezes em cenários distantes ou estranhos, como sociedades futuras divididas, invasões extraterrestres ou experimentos científicos que desafiam a natureza. Há uma constante sensação de urgência e mistério, que mantém o interesse enquanto provoca perguntas sobre a evolução, o poder e a condição humana. Essa experiência é marcada por um equilíbrio entre aventura e especulação, onde o fantástico serve para explorar temas profundos e atuais.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Antígona revela um interesse persistente por temas que questionam estruturas sociais, políticas e culturais, frequentemente com um tom crítico e reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram a tensão entre indivíduo e sistema, seja por meio de análises filosóficas profundas, narrativas históricas ou ficções distópicas. A linguagem é, em geral, densa e cuidadosa, mas acessível, convidando o leitor a uma imersão que combina rigor intelectual com uma certa urgência existencial. Há uma presença marcante de textos que abordam crises sociais, identidades complexas e dilemas morais, com um ritmo que varia entre o contemplativo e o intenso, dependendo do enfoque narrativo. Essa diversidade se manifesta tanto em obras mais ensaísticas quanto em romances ou relatos biográficos, oferecendo contrastes entre o mais narrativo e o mais informativo.

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